Cotidiano Petista - A Turma do Chapéu

BrasilPublished: October 22, 20143 views
Published: October 22, 2014

Uma paródia em homenagem aos 12 anos de governo do PT no Brasil
Canal detentor de TODOS os direitos sobre o vídeo: https://www.youtube.com/channel/UCQzzjMbxRQs6T0AxPff2qyg
Link para o vídeo ORIGINAL: https://www.youtube.com/watch?v=PkljIO1z-SE

O Vídeo divulgado em diversos sites, um deles é o de Rodrigo Constatino, um colunista/blogueiro da Veja.com
A postagem que ele utilizou para publicar que transcrevo abaixo na integra é intitulada de:
>> O boicote é antidemocrático? Ou: O duplo padrão de uma esquerda hipócrita <<

Lancei uma campanha aqui no blog de boicote aos artistas engajados que fazem propaganda política em defesa desse nefasto projeto de poder. Houve boa adesão e já são quase 20 mil curtidas. Mas uma turma estridente veio me acusar de autoritário e antidemocrático. Sério?

Para começo de conversa, o boicote é uma arma dentro da liberdade de mercado. Ou seja, é um grupo de consumidores que se junta para protestar voluntariamente, simplesmente deixando de comprar os produtos de quem julga disseminar bandeiras absurdas. O que há de autoritário nisso?

Curiosamente, muitos desses “revoltadinhos” falam, ao mesmo tempo em que criticam minha campanha, que se recusam a assinar a Veja justamente por colunistas como eu. Ora bolas! Será que os “inteligentinhos”, como diria Pondé, não percebem a contradição? Eles vão protestar contra o meu boicote… boicotando a revista? Algo que, diga-se de passagem, já fazem, pois esse tipo de gente costuma preferir aquela chapa-branca.

Como tem canalha em certa ala da esquerda! Petista gosta de monopolizar as virtudes e adotar um duplo padrão o tempo todo. Na hora de criticar os “imperialistas ianques” ou o “Estado fascista de Israel”, o boicote é absolutamente defensável pela mesma turma. Claro, ao contrário do meu boicote, o deles não é levado adiante, pois se posso ficar perfeitamente bem sem as músicas de Chico Buarque ou os vídeos de humor do Porta dos Fundos, é bem mais complicado abrir mão dos produtos de tecnologia e medicina americanos e israelenses. O “boicote” deles é falso e hipócrita, como eles.

Mas tem mais. Vejam que engraçado é isso: eles vêm aqui me acusar de antidemocrático por defender que as pessoas livremente deixem de dar dinheiro para artistas que dizem desprezar a ganância, o consumismo e até a riqueza, mas defendem um artista que elogia a ditadura cubana! Ou seja, o antidemocrático sou eu que não quero comprar livros ou discos do comunista, e não o comunista que quer transformar o Brasil numa ditadura. É mole?

O mesmo artista quer proibir biografias não autorizadas, as únicas que valem, pois as autorizadas não são biografias, e sim continuação do departamento de marketing pessoal. Mas o autoritário sou eu, que não quero comprar seus livros para não financiar um garoto-propaganda de comunistas autoritários?

Alguns dizem que isso é autoritarismo, pois não tolera a diferença de opinião. Logo na introdução de Esquerda Caviar eu coloquei isso, assim mesmo, em letras garrafais:

NÃO DEVEMOS CONFUNDIR A ADMIRAÇÃO À OBRA DO ARTISTA COM SUA PRÓPRIA PESSOA OU SUAS IDEIAS POLÍTICAS.

E continuei:

Podemos respeitar ou até idolatrar certo músico, sem que isso signifique que suas ideias políticas devam ser também aceitas. Podemos ter ojeriza à conduta hipócrita de um famoso arquiteto, e ainda assim reconhecer sua importância em seu campo de trabalho. Podemos aplaudir de pé um excelente ator, e logo depois vomitar com seu discurso boboca.

Ou alguém aprecia a Miss Universo por seu discurso sobre a paz mundial, e não por sua beleza? Quem foi que disse que atores e músicos são especialistas em economia e clima? Constatemos o óbvio: um canalha pode ser um excelente músico, pintor ou ator, assim como uma mulher com a cabeça oca pode ser linda.

Devemos separar uma coisa da outra. O que será atacado nesse livro é a visão ideológica dos artistas e intelectuais da esquerda caviar, assim como suas contradições entre discurso e prática. Não vem ao caso e nem é do meu interesse criticar suas obras artísticas ou científicas.

Ou seja, eu defendo que um idiota ou um rematado canalha possa ser um excelente compositor ou um engraçado humorista. Mas não é isso que está em jogo! Minha campanha visa justamente a dar uma lição nos hipócritas, como uma forma legítima de protesto, uma vez que estão usando sua fama para ajudar um projeto autoritário de poder.

Os que repetem que não tolero divergência de opinião por conta disso estão errando feio o alvo. Tolero, e muito. Mas defender o projeto bolivariano do PT não é uma simples “divergência de opinião”, como querem dar a entender; é querer abolir a minha liberdade! E isso faz toda a diferença do mundo.

Mesmo esses relativistas “tolerantes” deixam a máscara cair rapidinho quando pergunto se devemos tolerar a opinião dos nazistas também. Se um artista defende abertamente o nazismo em nosso país, não seria legítimo uma forma de boicote voluntário? “Ah, mas aí é diferente…”. Por quê? Só porque são ignorantes e não sabem que o comunismo matou muito mais do que o nacional-socialismo?

Enquanto tiver artista disposto a defender que o Brasil se torne uma nova Venezuela ou mesmo Cuba, enquanto houver artista emprestando sua fama para projetos autoritários como os do PT, defenderei a nossa liberdade de reagir com a arma que temos, e que fere fatalmente a única parte do corpo que essa gente tem sensibilidade: o bolso!

PS: Para os fãs de Chico que misturam as coisas – e esses são os primeiros a confundir talento musical com inteligência e sabedoria política – segue a paródia da Turma do Chapéu:

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/tags/turma-do-chapeu/

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